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Fique de olho nesses livros

mai 21, 2014 às 08:58 por em Cantinho da Leitura, Home . 0 comentários

Olá lindonas, como estão?

No post de hoje resolvi fazer mais uma wishlist de livros, mas dessa vez, com os que ainda serão lançados. Eu já estou de olho neles e acho que vocês também deveriam estar! Estou terminando de ler os dois livros que havia dito no último post sobre esse assunto e nas próximas semanas teremos resenha! Uhuuul! Me digam se preferem resenha escrita ou falada, ok?

Encontrei 5 títulos que me despertaram curiosidade lá no site da Livraria Cultura:

A Aposta

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“Dois irmãos, o mesmo amor. Alguém sairá perdendo. Em quem você aposta? ‘Eu tenho uma proposta para você’. Kacey deveria ter fugido assim que ouviu essas palavras do milionário Jake Titus. O amigo de infância que Kacey não via há anos é hoje um dos homens mais poderosos e cobiçados de Seattle. E ele precisa de um favor dela – que ela finja ser sua noiva em uma viagem para visitar a avó Nadine, que está muito doente. Kacey aceita sem hesitar, afinal, o que poderia acontecer em apenas quatro dias? Mas o que ela não esperava era reencontrar Travis, o irmão mais velho de Jake, Quando mais novo, ele adorava perturbar Kacey – já incendiou uma boneca, colocou uma cobra em seu saco de dormir. Por isso, recebeu dela o apelido de ‘Satã’. Mas depois de tantos anos, Kacey se vê diante de um homem lindo, por quem se apaixona no momento em que vê o seu sorriso. O que ela não sabe, no entanto, é que os dois irmãos haviam feito uma aposta quando eram meninos – quem se casasse com Kacey receberia um milhão de dólares. Em ‘A aposta’, Kacey terá que descobrir qual dos irmãos é o cara certo e fazer sua escolha. Essa é a única certeza que lhe resta.”

Amy e o clube dos 27

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“Ser um astro da música e ter 27 anos é quase que uma maldição? Fãs de Amy Winehouse e do exército de estrelas da música que encontraram um fim muito breve vão se encantar com este livro. Quando Kurt Cobain morreu, um repórter bateu na porta de sua mãe, Wendy O’Connor, que disse com pesar – ‘Agora ele foi embora, entrou para esse clube idiota. Eu disse para ele não fazer isso’. O malfadado clube é o de grandes artistas que morreram no auge do sucesso, aos 27 anos de idade. O fato de seis grandes astros – Amy, Kurt, Brian Johnson (Rolling Stones), Janis Joplin, Jimi Hendrix e Jim Morrisson, juntamente a outros 44 nomes menos conhecidos – terem morrido aos 27 anos pode ser somente uma coincidência. Mas por trás disso, Sounes revela suas trajetórias, que explicam como esses artistas encontraram o fatídico destino e lança uma nova luz sobre a morte de Amy, em particular.”

Dublin Street

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“Traumatizada pelo seu trágico passado, a americana Joss muda-se para a Escócia, na romântica Edimburgo, onde espera começar uma nova vida. Durante quatro anos tenta negar memórias dolorosas, refugiando-se na escrita, no sonho de um dia, finalmente, pôr os seus fantasmas no papel. Mas de repente tudo muda… Quando vai morar em um luxuoso apartamento na Dublin Street, conhece o desconcertante Branden, um carismático milionário que exerce sobre ela um irresistível fascínio. Joss se vê numa encruzilhada. Sabe que a atração entre ambos é imediata, avassaladora. Mas os demônios do seu passado a impedem de se entregar ao sensual escocês. É então que ele lhe propõe um estranho acordo, que lhes permitirá explorar a atração entre eles sem se envolverem emocionalmente. Joss aceita. E no início acredita, inocentemente, que o acordo vai dar certo. Mas Branden quer mais, muito mais, quer tudo. Quer desvendar todos os seus segredos – e está disposto a mudar o que for preciso para tê-la por inteiro. Mas será que ela está disposta a ir até o fim?”

O Amor Natural

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“Publicado em 1992, cinco anos depois da morte de Carlos Drummond de Andrade, ‘O amor natural’ foi saudado, com justiça, como um grande acontecimento cultural – a lírica erótica (e por vezes pornográfica) de um dos maiores poetas da literatura brasileira finalmente vindo a lume. Mais de vinte anos depois de sua publicação original, pode-se dizer que a leitura do livro ganha ainda mais importância – os poemas eróticos de Drummond, que na edição original foram lidos quase como uma excentricidade dentro de uma vasta e importante obra, estão entre os maiores exemplos dessa modalidade de lirismo em qualquer idioma. Mais do que isso, grande parte deles está à altura dos maiores momentos do poeta mineiro. Fortes, intensos e sem o travo de melancolia da poesia amorosa de Drummond, os poemas de ‘O amor natural’ chegam a ser solares em sua clara e positiva afirmação do desejo sexual, do conhecimento físico entre duas pessoas e da vitória contra a morte que representa a busca pelo prazer. Compostos no decurso da longa carreira literária do autor, os textos reafirmam a enorme vitalidade – pessoal e literária – do autor.”

Meu nome é memória

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“Encontrar o amor verdadeiro nunca é fácil. Mas para Daniel, o protagonista de ‘Meu nome é memória’, isso parece ser ainda mais difícil. Ele tem um dom que por vezes assemelha-se a uma maldição – lembra-se de todas as suas vidas passadas. E em todas elas, foi apaixonado por Sophia. ‘Vivi mais de mil anos. Morri incontáveis vezes. Esqueço o número exato. Minha memória é uma coisa extraordinária’, escreve o protagonista. Inglaterra, Antioquia, Congo Belga, Constantinopla, Georgia. Todos esses lugares já presenciaram o amor do casal, porém Sophia nunca se recorda das memórias passadas. Vida após vida, através de dinastias e continentes, Daniel tenta fazê-la relembrar esse amor e conquistá-la para sempre, mesmo que ela mude de nome e aparência. Mas, em todas às vezes que Daniel e Sophia tiveram uma aproximação, foram separados de maneira dolorosa e fatal. No entanto, quando se reencontram em 2007, Sophia – que agora se chama Lucy – começa a lembrar do passado. Aos poucos, flashes das vidas anteriores vêm à memória, lembranças sensoriais se reavivam e ela percebe que Daniel faz parte de sua vida desde sempre. E agora, se o casal quiser passar suas próximas vidas juntos, terá que compreender e superar o inimigo desse amor.”

Bom, tirando o livro “Amy e o clube dos 27″ e o “Amor Natural”, os outros são romances bem açucarados e do jeitinho que eu gosto. O que me chamou atenção nos dois títulos que destoam dos outros, é que o primeiro fala sobre algo que aconteceu e que sempre me gerou curiosidade “Porque os grandes artistas morreram aos 27 anos?” e o outro é de Carlos Drummond de Andrade e dispensa qualquer outro comentário.

E vocês, gostaram mais de qual sinopse?

Beijo Beijo

 

Resenha de “Chá de Sumiço”

fev 04, 2014 às 10:57 por em Cantinho da Leitura, Home . 0 comentários

Hoje também é dia de resenha por aqui! Como já cheguei a comentar lá na Fanpage, todo mês vou ler um livro e no mês seguinte, vou preparar uma resenha bem bacana para colocar aqui no blog! O escolhido foi o novo livro da Marian Keys, Chá de Sumiço, que é extraordinariamente viciante, assim como todos os outros já publicados. Ah, quem me acompanha há bastante tempo já sabe que sou realmente fã da escritora (já fiz um post geral sobre ela, aqui) *-*

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Devo confessar que um dos motivos para eu ter começado a ler os livros da Marian Keys, foi o fato de as capas serem LINDAS! Tudo bem, eu sei que não devemos julgar o livro pela capa, mas a questão é que me apaixonei primeiro por elas e depois pelas histórias, hahaha! Esse está em promoção na Saraiva, de R$60,00 por R$48,00 (aqui). Eu paguei R$45,00 porque meu namorado tinha um descontinho acumulado =)

Provavelmente, você que está lendo esse post é uma mulher, que adora livros de mulherzinha, acertei? Sabia! Não que eu esteja falando isso por ser algo ruim, muito pelo contrário, se eu estivesse lendo esse post, falaria que eu tinha acertado, afinal, eu AMO livros de mulherzinha, que abordam questões importantes da nossa vida sem perder o humor e a jovialidade. E é exatamente o que Chá de Sumiço faz.

O livro traz a história de Helen Walsh, que é uma personagem que já apareceu em outras publicações, já que a autora já fez livros sobre suas irmãs: Melancia conta a história de Claire Walsh, Férias? conta a história de Rachel Walsh, Los Angeles conta a história de Margareth Walsh e por fim, Tem Alguém Aí? conta  a história de Anna Walsh. Eu adoro esse estilo da Marian Keys, pois faz eu me sentir como parte da família, sabe? É como se eu soubesse da vida de cada uma em momentos diferentes, uma vez que elas estão em fases diferentes a cada livro. É como se fosse uma graaaande novela, mas de qualidade.

Bom, nos livros sobre suas irmãs, Helen sempre apareceu como a independente e a que se destacava por sua beleza, personalidade forte e por tomar decisões impulsivas. É engraçado que em Chá de Sumiço, Helen parece ter evoluído e se tornado de fato uma mulher (talvez porque os outros livros foram publicados há vários anos e a autora quis passar a impressão de que o tempo passa para todos, até para os personagens) que precisa arcar com suas responsabilidades, contas, sentimentos, enfim, que precisa arcar com a vida. E é exatamente nesse ponto que ela se perde.

A personagem se encontra em um momento delicado, onde nada parece estar dando certo – a não ser o seu namoro com Artie. Ela acaba de perder o apartamento em que morava – e tem que voltar a viver com Mamãe e Papai Walsh – por causa de suas dívidas altas e também enfrenta uma situação complicada na sua profissão, já que as pessoas não procuram mais detetives particulares como antes, afinal a Irlanda está passando por um momento de recessão. E é aí que surge Jay Parker, um ex-namorado (que também já apareceu em algum dos outros livros, de forma rápida), oferecendo uma oportunidade de trabalho: ela deve procurar Wayne, um rockstar das antigas, que desapareceu quando a banda em que ele canta/toca iria retornar aos palcos. O legal disso tudo, é que a autora faz paralelos com o passado de Helen e por alguns momentos, a personagem relembra fatos importantes de seu passado com Jay e a amiga Bronagh. É a partir daí que sentimos uma nostalgia e que também percebemos que as coisas não estão tããão bem para Helen, no sentido psicológico da coisa.

E não muito depois dessa constatação do leitor, Helen começa a contar a sua história, desde a compra de seu apartamento até aquele momento, e ao invés de se mostrar confiante e feliz, como sempre foi, ela se mostra uma pessoa completamente depressiva, com problemas psicológicos MUITO sérios. E mais uma vez é possível perceber que o tempo passou para ela também. Assim como todos os livros de Marian, esse aborda uma questão muito comum nos dias de hoje, que não é só o diagnóstico da depressão e sim o que ela muda nas pessoas e como os pacientes a combatem. Quem já passou por algum conflito psicológico sério, vai conseguir encontrar forças na história de Helen, pois ela deixa claro que deve seguir em frente com a proposta de Jay Parker, não só pelo dinheiro, mas para ocupar sua mente, para ter uma rotina como os outros, como pessoas normais.

Eu gostei MUITO desse livro e ele atendeu TODAS as minhas expectativas, justamente por eu já ter passado por quadros psicológicos sérios (aqui) e também por ter buscado dentro de mim, as forças para vencer. Além disso, eu adoro um suspense e a busca por Wayne me prendeu bastante, assim como os mistérios envolvendo seu desaparecimento, que é justamente o que torna o livro mais interessante ainda.

Enfim, Marian tem uma sensibilidade muito especial em tratar de assuntos delicados e isso faz com que eu me torne cada vez mais fã do seu trabalho. Ah, vale ressaltar que por causa disso, os livros dela não devem ser tratados apenas como “de mulherzinhas”.

Espero que vocês gostem ;)

Beijo Beijo

Livros: Marian Keyes

abr 23, 2013 às 12:24 por em Cantinho da Leitura, Home . 0 comentários

Olá queridas, tudo bem?

Como hoje é o Dia Mundial do Livro, então nada mais justo que prestar uma singela homenagem falando sobre a minha autora predileta né? Trata-se da Marian Keyes, escritora que sou superfã desde sempre! Já devorei todos eles (sempre em menos de uma semana) e até repeti a leitura de alguns, já que sempre me deixaram com vontade de viver suas histórias junto com os personagens. É uma coisa maluca e ao mesmo, deliciosa. E quando acaba…ah, quando acaba é muito triste! Fico com a impressão que os personagens continuaram vivendo e eu parei no tempo, sem saber de mais nada. Ok, isso é mais louco ainda né?

Bom, Marian é irlandesa, e conseguiu despertar em mim a vontade de conhecer a Irlanda, principalmente Dublin. É incrível como autores e livros têm uma influência grande em nossas vontades, desejos e até conquistas, né? Bom, lendo a a sua biografia, percebi que muitas histórias contadas (principalmente as que se referem às irmãs Walsh) tem a ver com a sua própria vida, uma vez que ela já travou batalhas contra alcoolismo, suícidio e recentemente, depressão.

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Em seu trajeto, ela escreveu 16 títulos, sendo 10 traduzidos para o português: Melancia, Férias, Sushi, Casório?!, É agora…ou Nunca, Los Angeles, Um Best Seller para Chamar de Meu, Tem Alguém Aí?, Cheio de Charme e A Estrela mais Brilhante do Céu. Quatro destes livros são os meus preferidos: Melancia, Férias, Los angeles e Tem Alguém Aí?, pois contam a história de cada uma das irmãs Walsh, que são divertidíssimas e enfrentam os dilemas de qualquer mulher da face da terra, fazendo com que o leitor se sinta parte do livro (outra loucura…). Sem contar que os livros são temporais, ou seja, mesmo tendo sido escritos em anos diferentes, eles acompanham a evolução do tempo junto com a gente. Pesquisando para esse post, acabei descobrindo que o último livro das irmãs Walsh (faltava a história de Helen) foi lançado nos EUA em setembro do ano passado e já comecei a ficar ansiosa para o lançamento aqui. Oh God!

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Uma coisa que eu tenho que comentar é: eu AMO as capas dos livros brasileiros (se você pegar a versão original, vai ver que as capas são bem inferiores).

Em relação aos outros livros, os que eu mais gosto são: É Agora…ou Nunca, Um Best Seller para Chamar de Meu e Cheio de Charme. Como eu disse anteriormente, todos (todos mesmo!) tratam de assuntos polêmicos como perda de entes queridos, violência doméstica, estupro, depressão, alcoolismo e por aí vai…Mas não deixam de ser interessantes, pelo contrário. Outro detalhe bacana, é que há um nome para o gênero adotado por Marian: Chick Lit, que nada mais é do que ficção feminina que trata de assuntos da mulher moderna. Chique né?

Bom gente, é isso! Espero ter conseguido passar um pouquinho do que sinto quando leio os livros dessa autora espetacular!

Beijo Beijo