Cantinho da Leitura

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Cinquenta Tons de Cinza

fev 11, 2013 às 11:30 por em Cantinho da Leitura, Home . 2 comentários

Bom dia meninas! Acho que essa vai ser a segunda-feira mais amada do ano! haahaha

Espero que o final de semana de vocês tenha sido ótimo, que tenham curtido muito as festas de carnaval e que estejam se preparando para as de hoje e amanhã! Já eu sigo descansando e passeando por SP. Quero ver se assisto Django, Amor e Lincoln e caso dê certo, falarei sobre eles na sexta feira ;)

Hoje a dica é para quem também está mais preguiçosa do que eu. Que tal espantar a preguiça com um livro? Se for com Cinquenta Tons de Cinza é melhor ainda.

Como acontece com toda trilogia que vira sucesso, eu demorei para ler os três livros da E.L. James, mas quando li, gostei muito! A crítica pode ter falado mal, muitas pessoas podem ter achado ruim, mas eu continuo gostando. Achei que a história prendeu a minha atenção e me fez cada vez mais querer saber o que ia acontecer depois. Acredito que esse é um dos deveres de um livro, se não for o principal. Dos três livros, o que eu mais gostei foi o primeiro, talvez que por ser o único a trazer a “novidade” e instigar a curiosidade paa os próximos. Os outros dois achei previsível, mas muito bons também, já que se a história fugisse do esperado, não seria tão boa.

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Adorei essa foto! hahahahaha

Passada a febre dos livros, começaram as especulações em torno do filme que vão fazer. Estou louca para assitir! Será que eles vão mostrar todas (ou pelo menos algumas) as cenas sexuais descritas no livro? Quem será que vai fazer o famoso Christian Grey? E a Anastasia? Oh god…

Tem uma comunidade no Facebook chamada Cinquenta Tons de Cinza (durd), que fala sobre o filme e as especulações a respeito dele. Caso você tenha amado o livro e esteja tão curiosa quanto eu, vale a pena curtir!

Ah, e não vou fazer uma resenha dos livros pois acredito que a maioria de vocês já devem ter lido alguma, até porque teve uma época que só se falava disso, hahahaha.

Quero saber (caso tenham lido) o que acharam da história e se vocês têm a mesma opinião que a minha.

Comenta aqui embaixo ;)

Beijo Beijo

 

Gostar, se apaixonar e amar

jan 29, 2013 às 17:00 por em Cantinho da Leitura, Home . 0 comentários

Olá meninas,

Refleti muito esses dias após a tragédia de Santa Maria (infelizmente, são nesses momentos que nós paramos para pensar e dar valor a vida) e depois de ver tantas notícias a respeito (até um pouco de sensacionalismo por parte de alguns portais/emissoras), prometi que não ia mais ver nada a respeito, pois mesmo não conhecendo nenhuma vítima, é muito triste imaginar uma tragédia dessas acontecendo com alguém. Quanto mais com 230 pessoas ao mesmo tempo. Mas logo depois de prometer isso a mim, encontrei esse texto no meu computador e resolvi compartilhar com vocês. Fala muito em amor e o que é amar. Quando o li pela primeira vez, pensei no lado sentimental, mas agora que reli, percebo que pode se encaixar nessa situação triste, pois as pessoas que estão passando por isso, precisam do nosso amor. Da nossa doação. Da nossa solidariedade. Afinal, o amor pode ser interpretado de diversas formas.

Espero que gostem e que reflitam também.

“GOSTAR, ESTAR APAIXONADO E AMAR

Para pensar: “quanto da minha vida eu estou disposto a dar pelas pessoas”?Para gravar: “a essência do amor é a doação”!

Como dizia na última reflexão, o amor não se confunde com a paixão, é algo muito mais elevado. O que é, então, o amor?

Antes de mais nada o amor é como uma moeda: tem dois lados; um lado sensitivo e um lado espiritual.

No lado sensitivo é um sentimento e dei o nome de “amor (que eu sinto)”. É o sentimento que nos leva ao desejo de agradar, de estar junto, de partilhar a vida com uma pessoa. É um sentimento de doação, de união. E este sentimento pode se tornar muito forte. Como todo sentimento, nós não o “criamos”: alguém é que provoca este sentimento em mim.

No lado espiritual é, e isto é muito importante e que o torna elevado, sublime, é um ato livre da “minha” vontade que me leva à doação, à entrega a alguém, movido pelo desejo de fazê-la feliz. Dei o nome de “amor (que eu dou)”. Ou seja: no “amor (que eu dou) eu é quem sou o responsável pelo amor. Não depende dos outros, apesar de que pode ser insuflado pelo sentimento de amor, pelo “amor (que eu sinto)”.

A consciência de que existe este amor que é o “amor (que eu dou)” é muito importante!!! Pois é o seu exercício que vai me fazer crescer continuamente no amor por alguém. Este amor, como depende de nós, nunca tem crise, nunca termina. O sentimento (o gosto, a paixão, o amor (que eu sinto)) sim que pode desaparecer, sumir. No entanto, até estes sentimentos (o gosto, a paixão, o amor (que eu sinto)) serão difíceis desaparecer se não páro de dar o meu amor por quem eu amo.

Como se exercita o “amor (que eu dou)”?

Doando-nos!!!

Dando, movido pelo desejo de fazer a outra pessoa ser feliz:
- o meu tempo;
- o meu coração;
- o meu sorriso;

- o meu perdão;

- a minha compreensão;

- a minha atenção;

- o meu carinho, o meu afeto; e que aqui pode haver inúmeras, contínuas, sem parar, manifestações de carinho e de afeto: ligar, mandar uma mensagem, acariciar, dar um presente, contar uma coisa divertida, escrever um bilhete, dizer frases de amor, etc, etc.

- e mais: a minha cabeça, a minha imaginação, a minha memória, o meu corpo, etc.

- até chegar ao amor pleno que é dar “toda a nossa vida” pela pessoa amada; como Cristo nos ensinou: “ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos seus”. E no alto da Cruz, para dizer que nos havia dado tudo, absolutamente tudo, disse: “tudo está consumado”, isto é, consumei-me, entreguei-me totalmente por amor a vós.

De outra maneira podemos dizer que o “amor (que eu dou)” cresce, se exercita de três formas: doando-nos em pensamentos, palavras e obras.

a) em pensamentos

Procurando pôr a cabeça cada vez mais em quem amamos. Todos nós tendemos a pensar muito mais em nós mesmos do que nos outros. Nosso esforço deve ser de ir tirando o pensando sobre nós para colocar em quem queremos amar. Neste sentido, quanto tempo do meu dia eu passo pensando em mim mesmo? Está aumentando o tempo que gasto pensando em quem eu amo? Sempre podemos crescer neste campo!

b) em palavras

Procurando dizer palavras de amor a quem amamos. Quantas vezes por dia eu digo palavras de amor a quem eu amo? Será que estas palavras foram diminuindo com o tempo? Não podem diminuir! As palavras de amor não podem diminuir, ainda que o sentimento de amor tenha diminuído com o tempo.

c) em obras

Aí há todo um campo de doação. Como dizia acima, temos que “dar a vida”: dar alegria, dar o coração, dar a nossa inteligência, dar a nossa imaginação, dar os nossos afetos, dar o nosso tempo, dar o nosso perdão, dar a nossa compreensão, etc, etc, a quem amamos.

Só em dar alegria já é um campo enorme de doação!!!

Para terminar apenas um comentário: se o amor é “doação”, seria um grande erro no namoro, no casamento forçar a barra para fazer “a nossa vontade” e não a de quem amamos. Forçar a barra, por exemplo, para ficar em casa, se gosto de ficar em casa, para assistir o meu programa de TV, se gosto de assistir este programa, para ir ao restaurante que eu gosto, para pensar no meu descanso, no meu gosto, no meu interesse, etc. Uma pessoa que vai neste caminho põe o seu namoro, o seu casamento em rota de colisão, pois é ir justamente no caminho contrário ao amor que é essencialmente doação.

Alguém que está casado poderia dizer: mas como me doar, se já não sinto mais nada? Eu diria: doe-se pensando em fazer feliz a quem está do teu lado, sem esperar recompensa, e você voltará, pouco a pouco, a sentir amor por esta pessoa, vendo que ela começará a retribuir, mesmo que demore um tempo, este amor.

A doação não pode parar!!! Como diz um velho refrão: “o fogo do amor mantém-se vivo quando se queimam coisas novas”. A doação está chamada a ser total, como a de Deus.

Como sabemos, o amor é tudo! Aprendamos a exercitar o “amor (que eu dou)”, que é o que está em nossas mãos, e seremos as pessoas mais felizes do mundo!

Uma santa semana a todas!

Pe. Paulo M. Ramalho

Pe. Paulo M. Ramalho – Atende as pessoas para conversarem na Igreja de São Gabriel, em São Paulo.

Email (para comentários e marcar conversa): falar.paulo@gmail.com
Site: http://www.fecomvirtudes.com.br “

Cultura e moda de praia

fev 25, 2010 às 12:14 por em Cantinho da Leitura, Home . 0 comentários

Olá meninas!

Depois de esperar muito por um suporte que nunca veio, me estressei, deletei tudo que havia feito e comecei de novo! E é só por isso que vocês estão lendo esse post, hahaha. Espero de coração que vocês gostem do blog e dos assuntos que irei abordar! Não deixe de opinar nos comentários, é sempre importante ler vocês!

Bom, chega de blábláblá e vamos ao primeiro post do BC!

Quero começar falando de uma das coisas que mais gosto, os livros. A paixão por eles começou quando eu ainda tinha uns 10 anos e lia os livros indicados pela escola. Sim, aqueles que ninguém gostava de ler. Daí, meu pai percebeu que eu gostava daquilo e sempre me incentivava. Com o passar do tempo, meu hobby preferido era ir às livrarias, tanto que eu preferia (e devo confessar que ainda prefiro) ir direto para a livraria do que para as lojas de roupa.

Com isso, o acervo no meu quarto é enorme e a maioria dos livros são romances. Agora é que estou diversificando um pouco e lendo suspense/drama, biografias e ficção científica. Mas com o blog, acredito que vou ampliar ainda mais meu leque de opções e tem uma que já adorei.

Trata-se do livro “Um Mergulho no Rio – 100 Anos de Moda e Comportamento na Praia Carioca”, da jornalista Marcia Disitzer, mostra a evolução das roupas de banho e como o comportamento das pessoas foi influenciado por isso. O livro conta 100 anos de história e traz mais de 200 fotos – adoro livros que ilustram aquilo que dizem, fica mais fácil imaginar as cenas, e nesse caso, as épocas retratadas.

Entre outros motivos, o livro parece ser muito interessante por contar não só essa evolução, mas também a mudança sociológica enfrentada pelas pessoas e o que ela retratava. Ou seja, a história também gira em torno do comportamento da pessoa nascida naquela época, que consequentemente influenciou o nosso comportamento e até a maneira de enxergar a moda, tanto de praia como urbana.

Enfim, ainda não li o livro e assim que ler conto mais sobre ele! Gostei das cores da capa, mas ainda não tenho uma opinião formada sobre a tipografia da palavra RIO. Mesmo assim, o livro promete ser legal, né? O que acharam?

 

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Beijos Beijos